Cartilha traz orientações aos juízes trabalhistas sobre como agir em caso de litigância de má-fé 

A Associação dos Magistrados da Justiça do Trabalho da 4ª Região (AMATRA IV) lança a CARTILHA FALSIDADE DOCUMENTAL E TESTEMUNHAL. Em mais de 40 páginas, a produção da entidade oferece orientações aos juízes do Trabalho sobre como proceder, no exercício da jurisdição, quando da observância dos casos de crimes de falsidade documental e testemunhal.

 

A publicação foi elaborada a partir do trabalho da comissão constituída pelos juízes Adriana Moura Fontoura, Guilherme da Rocha Zambrano, Rodrigo Trindade e Thiago Boldt de Souza.

Em dez capítulos, são mencionadas, entre outras, questões sobre o falso testemunho, adulterações de documentos e quais medidas devem ser tomadas em caso de flagrante. Além desses itens, a publicação aborda as formas de comunicação oficial do crime e os modos de acompanhamento da investigação. 

Luta pela eficácia da prestação jurisdicional 

"Se fechamos os olhos para práticas que maculam nosso ofício e relativizam a correta distribuição da justiça, a prestação jurisdicional deixa de ser eficaz", explica o presidente da AMATRA IV, juiz do Trabalho Rodrigo Trindade. 

Conforme o magistrado, a sustentação consciente da mentira e a falsificação de documentos, seguidas de vitória na Justiça, significam a perpetuação de ciclo vicioso no qual artimanha, mentira e chicana são as grandes vencedoras. 

"Esse tipo de crença deslegitima a autoridade judicial, desagrega laços comunitários e dificulta a construção de uma sociedade livre, justa e solidária, complementa Trindade.

 

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